Organizado pelo Sebrae Minas, o Minas Coffee Origins – Summit
irá expor as tendências do futuro da cadeia de valor do café no
maior evento brasileiro do setor
Organizado pelo Sebrae Minas, o Minas
Coffee Origins – Summit irá expor as
tendências do futuro da cadeia de valor
do café no maior evento brasileiro do
setor
29/11/2020
Uma cadeia produtiva cada vez mais transparente: essa é a tendência que o Minas Coffee Origins –
Summit irá debater na Semana Internacional do Café no dia 19 de novembro. O seminário on-line
promovido pelo Sebrae Minas é uma das atrações do maior evento do setor cafeeiro do país e tem
como objetivo promover o conceito de origem controlada e sua conexão com o futuro do café.
“Precisamos discutir em profundidade sobre o que queremos para o futuro do café no Brasil e,
principalmente, o que esperam de nós enquanto os maiores produtores do mundo. Sem dúvida, o
debate aborda um modelo mais ético e transparente para a cadeia produtiva”, explica Priscilla Lins,
gerente da Unidade de Agronegócio do Sebrae Minas.
A especialista ressalta que o consumidor está preocupado não só com a qualidade, mas também
com a transparência que compõe a produção e, por isso, a clareza nos processos tornou-se
imprescindível. “Além de querer um produto com sabor diferenciado, o consumidor quer ter a
garantia que a produção do café seguiu de maneira sócio e ambientalmente responsável, fatores
que também integram os princípios das origens controladas”, ressalta Lins.
As Origens Controladas são regiões produtoras de cafés, demarcadas, organizadas, protegidas
e regulamentadas dentro de um novo olhar, que envolve aspectos como transparência, criação
de valor sustentável e impacto coletivo. Diante da necessidade de difundir e simplificar o acesso
a esse conceito, o Sebrae criou a plataforma Minas Coffee Origins e leva para a SIC um
seminário focado no propósito de divulgar mais essa prática, já que reconhecer e certificar essas
regiões confere identidade, visibilidade e agrega valor ao produto gerado nessas localidades.
Atualmente, Minas Gerais, o maior produtor de café do Brasil, possui três regiões demarcadas
onde são produzidos cafés de altíssima qualidade, reconhecidos e premiados no mundo todo:
Cerrado Mineiro, Matas de Minas e Mantiqueira de Minas, além das regiões em estruturação
como a Região Vulcânica e a Chapa de Minas – projetos em parceria com o Sebrae. Cada uma
dessas localidades apresenta produtos com pontuação acima de 80 pontos da SCA (Specialty
Coffee Association), mas com características específicas em relação a sabor, aroma, corpo,
acidez e finalização, ou seja, nuances que levam personalidade para a bebida de cada região,
sendo um grande diferencial. “Do produtor ao consumidor, todos os envolvidos na cadeia
produtiva do café se beneficiam desse conceito, por isso, consideramos muito importante
fomentá-lo durante a SIC”, pontua Lins.
Para Breno Mesquita, vice-presidente do Sistema Faemg, ações como as promovidas pelo
Sebrae ajudam a consolidar o Brasil no cenário de melhores cafés do mundo, já que o país tem
potencial para atender aos mercados mais exigentes, não só pela qualidade, mas também por
todas as outras vertentes exigidas internacionalmente e que passaram a ser uma preocupação
dos consumidores nacionais. “Nossos processos de produção são desenvolvidos com base nas
mais exigentes regras de sustentabilidade com respeito ao meio ambiente e a mão de obra,
fatores que ganharam peso na escolha do consumidor. Além disso, cada grão produzido nesse
conceito traz uma história única de manuseio, com um processo rico em detalhes que resulta em
um produto totalmente diferenciado por sua experiência”, conclui.
Sobre a SIC
A Semana Internacional do Café (SIC) é uma iniciativa do Sistema FAEMG (Federação da
Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), da Café Editora, do Sebrae e do Governo de
Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas
Gerais (Seapa).
Realizada desde 2013 em Belo Horizonte, capital do maior estado produtor do país, a SIC tem
como foco o desenvolvimento do mercado brasileiro e a divulgação da qualidade dos cafés
nacionais para o consumidor interno e países compradores, além de potencializar o resultado
econômico e social do setor. Este ano de 2020, devido à pandemia, será realizada 100% em
plataforma digital.
Uma cadeia produtiva cada vez mais transparente:
essa é a tendência que o Minas Coffee Origins –
Summit irá debater na Semana Internacional do
Café no dia 19 de novembro. O seminário on-line
promovido pelo Sebrae Minas é uma das atrações
do maior evento do setor cafeeiro do país e tem
como objetivo promover o conceito de origem
controlada e sua conexão com o futuro do café.
“Precisamos discutir em profundidade sobre o que
queremos para o futuro do café no Brasil e,
principalmente, o que esperam de nós enquanto os
maiores produtores do mundo. Sem dúvida, o
debate aborda um modelo mais ético e
transparente para a cadeia produtiva”, explica
Priscilla Lins, gerente da Unidade de Agronegócio
do Sebrae Minas.
A especialista ressalta que o consumidor está
preocupado não só com a qualidade, mas também
com a transparência que compõe a produção e,
por isso, a clareza nos processos tornou-se
imprescindível. “Além de querer um produto com
sabor diferenciado, o consumidor quer ter a
garantia que a produção do café seguiu de maneira
sócio e ambientalmente responsável, fatores que
também integram os princípios das origens
controladas”, ressalta Lins.
As Origens Controladas são regiões produtoras de
cafés, demarcadas, organizadas, protegidas e
regulamentadas dentro de um novo olhar, que
envolve aspectos como transparência, criação de
valor sustentável e impacto coletivo. Diante da
necessidade de difundir e simplificar o acesso a
esse conceito, o Sebrae criou a plataforma Minas
Coffee Origins e leva para a SIC um seminário
focado no propósito de divulgar mais essa prática,
já que reconhecer e certificar essas regiões
confere identidade, visibilidade e agrega valor ao
produto gerado nessas localidades.
Atualmente, Minas Gerais, o maior produtor de
café do Brasil, possui três regiões demarcadas
onde são produzidos cafés de altíssima qualidade,
reconhecidos e premiados no mundo todo:
Cerrado Mineiro, Matas de Minas e Mantiqueira de
Minas, além das regiões em estruturação como a
Região Vulcânica e a Chapa de Minas – projetos e
parceria com o Sebrae. Cada uma dessas
localidades apresenta produtos com pontuação
acima de 80 pontos da SCA (Specialty Coffee
Association), mas com características específicas
em relação a sabor, aroma, corpo, acidez e
finalização, ou seja, nuances que levam
personalidade para a bebida de cada região,
sendo um grande diferencial. “Do produtor ao
consumidor, todos os envolvidos na cadeia
produtiva do café se beneficiam desse conceito,
por isso, consideramos muito importante
fomentá-lo durante a SIC”, pontua Lins.
Para Breno Mesquita, vice-presidente do Sistema
Faemg, ações como as promovidas pelo Sebrae
ajudam a consolidar o Brasil no cenário de
melhores cafés do mundo, já que o país tem
potencial para atender aos mercados mais
exigentes, não só pela qualidade, mas também
por todas as outras vertentes exigidas
internacionalmente e que passaram a ser uma
preocupação dos consumidores nacionais.
“Nossos processos de produção são
desenvolvidos com base nas mais exigentes
regras de sustentabilidade com respeito ao meio
ambiente e a mão de obra, fatores que ganharam
peso na escolha do consumidor. Além disso, cada
grão produzido nesse conceito traz uma história
única de manuseio, com um processo rico em
detalhes que resulta em um produto totalmente
diferenciado por sua experiência”, conclui.
Sobre a SIC
A Semana Internacional do Café (SIC) é uma
iniciativa do Sistema FAEMG (Federação da
Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais),
da Café Editora, do Sebrae e do Governo de
Minas, por meio da Secretaria de Estado de
Agricultura, Pecuária e Abastecimento de
Minas Gerais (Seapa).
Realizada desde 2013 em Belo Horizonte,
capital do maior estado produtor do país, a SIC
tem como foco o desenvolvimento do mercado
brasileiro e a divulgação da qualidade dos cafés
nacionais para o consumidor interno e países
compradores, além de potencializar o resultado
econômico e social do setor. Este ano de 2020,
devido à pandemia, será realizada 100% em
plataforma digital.